Nomes Comuns: Loureiro, louro, louro de Alexandria.
Nome científico: Laurus Nobilis (nobilis, significa nobre).
Origem: Europa Mediterrânica e Ásia Menor.
Família: Lauráceae.
Quando colher: As folhas, no verão e outono, para secarem. Os frutos, de onde de extrai o óleo essencial, colhem-se no outono.
Condições de armazenamento: Devem secar-se as folhas num secador à sombra que tenha muita circulação de ar.
Usos da a’rvore loureiro: Uso culinário para condimentar carnes e moluscos em guisados, estufados e mesmo em sopas. O ramo de cheiros e composto por folhas de louro, alho, salsa e tomilho. Medicinal, tendo propriedades Anti-sépticas, digestivas, sedativo e infeções respiratórias. O louro pode ainda ser utilizado na medicina veterinária e fabricação de sabões, velas e na perfumaria.
Descrição: Árvore de folha perene que pode chegar aos 15 m de altura de copa densa. As folhas são verde-escuras de forma lanceolada e as flores são branco-amareladas e aparecem nos meses de abril-junho. A planta é muito utilizada para sebes e campos agrícolas.
Ciclo Biológico: Cultura perene que vive entre 80-100 anos.
Variedades mais cultivadas: Dentro do género “Laurus”, só existe mais uma espécie a L. azorica (Seub.) J. Franco, também chamado de loureiro da Ilha das Canárias.
Partes Utilizadas: Folhas e frutos.
Preparação do solo: Subsolagem à profundidade de 50 cm, seguida de uma passagem com escarificador.
Multiplicação: Por semente ou estaca que deve ter 25 cm (demora 6 a 9 meses a enraizar) retirada no principio do outono.
Data da sementeira e plantação: Primavera.
Compasso: 7 x 7 ou 4 x 3 (forma arbustiva).
Amanhos: Monda de ervas e poda de formação na primavera.
Regas da a’rvore loureiro: Só em períodos de seca prolongada.
Quando colher: As folhas, no verão e outono, para secarem. Os frutos, d